Durante os séculos XVII e XVIII, França e Inglaterra
tornaram-se o centro mundial da ciência, da tecnologia e do desenvolvimento industrial.
Nesse contexto, as ciências naturais conheceram momentos de expansão e
afirmação.
Na Alemanha, país onde nasceu e viveu Weber, o
desenvolvimento da Sociologia vai seguir um caminho teórico e metodológico
distinto. Entre outras coisas, isso acontece por causa dos acontecimentos
históricos vividos por esse país.
O processo de unificação e de organização da Alemanha enquanto Estado-nação se deu muito tardiamente se comparado aos da França e da Inglaterra. Esse atraso dificultou seu desenvolvimento industrial e sua inserção na corrida imperialista que marcou a Europa na segunda metade do século XIX.
O processo de unificação e de organização da Alemanha enquanto Estado-nação se deu muito tardiamente se comparado aos da França e da Inglaterra. Esse atraso dificultou seu desenvolvimento industrial e sua inserção na corrida imperialista que marcou a Europa na segunda metade do século XIX.
De um lado, a organização do pensamento burguês na Alemanha
também se dá em momento posterior e sofre influências distintas. Se na França
as ciências naturais exercem forte influência na organização do pensamento
burguês, no contexto alemão elas vão ceder espaço para outras ciências,
principalmente para a História.
Por meio dessa ciência acreditava-se ser possível entender os atrasos sofridos pela Alemanha frente aos outros países europeus. Com ela, buscava-se a compreensão de questões como integração e nacionalismo.
Por outro lado, os pensadores alemães ainda estavam ligados a heranças do pensamento puritano, que com seus estímulos à leitura e exame dos livros sagrados acabou também por estimular o pensamento interpretativo.
Por meio dessa ciência acreditava-se ser possível entender os atrasos sofridos pela Alemanha frente aos outros países europeus. Com ela, buscava-se a compreensão de questões como integração e nacionalismo.
Por outro lado, os pensadores alemães ainda estavam ligados a heranças do pensamento puritano, que com seus estímulos à leitura e exame dos livros sagrados acabou também por estimular o pensamento interpretativo.


